domingo, 19 de junho de 2011

Por Do Sol em Joinville ;)

3 comentários:

  1. Sinto como imagino que o sol se sente,

    o sol buscando os seus atalhos

    no interior das horas naturais, nos equilíbrios sem eixo,

    sobre as sequências de imagens, errando nas biografias

    sem molduras, sobre as silhuetas dos carros,

    sem a fadiga de um pequeno abraço ou a mudez

    premeditada de um delírio convalescente,

    o sol explorando o infinito da superfície vagarosa,

    contornando a água de uma lágrima, impalpável

    e deslumbrante, silenciosamente no caminho dos versos.

    O sol que na aurora apunhala a noite,

    O sol que não permite que os céus se colem,

    O sol que movimenta as transparências dos homens e mulheres,

    O sol que apaga a nitidez dos detalhes inúteis,

    O sol que dá corda aos pássaros e aos ruídos,

    O sol poético, o sol insone, o sol-ignição de todas as cores,

    O sol eterno, o sol-víbora, o sol que te estranha,

    O sol que te ama,

    O sol, o sol, o sol... da flor q te amaa muitooo!

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  2. *o* ♥

    Que Lindooooo

    te Amo Minha flor

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